Paineis Publicitarios

Um dos meus interesses e trabalhos é a publicidade e marketing efectuada na Internet principalmente mas também no exterior. Sempre tive um gosto pela comunicação e publicidade e considero ter alguma criatividade útil a este tipo de trabalho.

Existem várias formas de publicitar na Internet assim como no exterior e por vezes são bastante parecidas. Temos os cartazes publicitários de todas as formas e feitios que podemos ver na rua e estradas e temos os equivalentes banners e imagens publicitárias na Internet por exemplo. Tanto uma como outra foram evoluindo e dando largas à originalidade e criatividade.

Para quem não sabe do que estou a falar pode ver uns bons exemplos neste site dedicado a publicidade exterior trade show displays onde podemos encontrar as variadas formas de publicitar no exterior desde expositores, cartazes, painéis, toldos, panos de mesa para mencionar alguns apenas. Este é um exemplo do que se pode fazer aplicando a criatividade em expositores por exemplo truss: .

Neste link podem ver chão. Sim chão, usado para publicitar e na verdade tudo pode ser usado para publicitar e a última são os automóveis. Porque não o chão também? Em breve não vai existir local ou objecto que não tenha publicidade. Penso que já planeiam nas árvores também mas por agora ficamos pelo chão que podemos ver aqui logo floor mats e enquanto observa a beleza do mesmo aproveite para ver se encontra algum símbolo como sol nascente ou pirâmide com olho.

Agradeço à Camelback Displays, Inc e sua exhibit booths por me inspirar numa ideia que não é nova mas ainda não tinha utilizado e que é transpor métodos publicitários de exterior para a Internet e vice versa. Poderá diversificar meu público alvo e trazer-me mais retorno.

Bom Dia Democracia :)

Olá Democracia! Bom Dia!
Hoje está um Sol tão bonito que nem consigo falar mal da democracia ou do que quer que seja mas penso que tenho de esperar pelo fim do artigo para ter a certeza que assim é :)

Dizer mal é sempre a forma mais fácil de argumentar contra algo que não gostamos e/ou não aceitamos. Na verdade nem são argumento e sim falta deles. Expor o mal com bondade parece difícil por vezes porque "o mal" se apodera das pessoas quando estão a dizer mal de outras.

Continuo depois de comer :p

A tecnologia tem muitas maravilhas úteis à sociedade e se fosse tão empregue para benefício da sociedade como é para a sua destruição e controle, com certeza ganharíamos todos muito mais. Assim Portugal sempre fica para último nas questões de vanguarda que sejam para benefício do povo mas no entanto estamos na linha da frente com os chips por exemplo.

Alguns desses aparelhos que são o prenúncio de uma era de vigilância electrónica até podem ser muito úteis se bem utilizados. Um chip e um GPS podem ser utilizados para uma quantidade infindável de situações sem que se invada privacidades e liberdades.

Uma dessas situações já me atingiu várias vezes e que são as quedas que os velhotes dão, a minha Avó no meu caso. Já várias vezes caiu e se algumas das vezes conseguiu levantar-se, outras houve em que não conseguiu nem levantar-se nem comunicar com ninguém. Felizmente as consequência não foram graves aparentemente mas o receio de deixar minha Avó sozinha agora é permanente.

Como disse antes a tecnologia hoje permite tudo e no menu tecnológico podemos encontrar o mesmo tipo de aparelho que usam para nos controlar e vigiar. Podemos usar e devemos usar toda tecnologia para o bem e esta se for bem utilizada é uma mais valia para muitas famílias.

O Medical Alarm tem algumas opções bastante interessantes com detectores de quedas e acompanhamento 24 horas. É possível com este aparelho detectar a queda do idoso que envia depois um sinal para o telemóvel e uma central de controle. Assim quando minha Avó caísse novamente iria receber uma mensagem em meu telemovel e poderia agir sem demora.

A central de ajuda é internacional mas como podem imaginar nossos velhotes não devem falar muito Inglês. Minha Avó não fala pelo menos. Tenta dizer hello ás vezes e todos rimos :)
De qualquer forma já tenho onde conseguir um aparelho destes com GPS e só faltaconvencer a minha Avó a usá-lo o que não é tarefa fácil. Um aparelho para os ouvidos ainda não a convencemos mas este parece um relógio e será mais fácil :)

Agora só falta escolher entre o detector de quedas Fall Detection ou a bracelete com GPS BrickHouse Alert Mobile GPS mas estou mais virado para o detector de quedas que foi o objecto de minha busca em primeiro lugar.

Umas semanas atrás fui ver um filme animado para crianças "Madagáscar 2" classificado de "maiores de 4" e não sei que dizer sobre o filme a não ser que é mais um onde se encontra facilmente aquilo que denomino por simbologia illuminati.

Se queremos controlar a população não tem melhor forma do que começar pelas crianças. Se hábitos e conceitos, ou falta deles, são inculcados nas crianças, quando crescerem é natural que os repitam e vivam de acordo com o que "aprenderam" em crianças.

Podemos verificar como o marketing publicitário tenta atingir as crianças cada vez mais novas e até atingir os adultos através das crianças mas do que falo aqui é bem mais grave. É uma lavagem cerebral que é imposta ás crianças desde muito cedo. Lavagem cerebral essa que vai incutir nas crianças palavras chave como "sex" "kill" "buy" entre outras, introduzir novos conceitos ou desfazer os que existem adquiridos culturalmente.

Desde a desenhos animados da Disney com mensagens subliminares sobre sexo aos jogos de computador e aos desenhos animados japoneses, tenta-se transformar a criança desde cedo em algo primitivo que responda a palavras chaves definidas. Assim nos controlam. Basta dizerem a palavra "terror" e logo têm uma resposta completamente presvisível da população. "Terror" "Inimigo" "Reacção" e lá vai o povinho atrás da cantiga manipulado e hipnotizado por palavras e emoções com as quais não sabe lidar.

Uma boa tarefa investigativa é verificar meia dúzia de desenhos animados e ver quanta simbologia illuminati lá se encontra. O olho e a pirâmide são os mais frequentes entre os vários simbolos usados para assinar e reforçar o controle mental. Se até em documentos do vaticano encontramos a assinatura illuminati minuscula escondida num ponto final (pirâmide com olho), o que esperar de um desenho animado? Estão bem mais visíveis nos desenhos animados, na publicidade, na rua e por todo o lado.

Deixar crianças verem desenhos animados sem estarem acompanhadas dos pais é garantia de lavagem cerebral e de estarem a aprender a nunca serem livres e a aceitar a diferença de poderes entre elite e povo.

Outra forma de verificar é comparar os objectivos illuminati para uma nova ordem mundial e verificar as mensagens transmitidas em filmes e animações. Verifica-se uma consonância do tipo hollywood em que quando o governo dos EUA precisa de fazer passar uma mensagem para o público encomenda um ou dois filmes. Assim são os desenhos animados. Encomendas com objectivo de entreter e distrair o povo do essencial mas também com o objectivo de moldar mentes tornando-as mais controláveis e manipuláveis.

Eu já vejo olhos, pirâmides e assinaturas illuminati em todo lado. Quem quiser chamar-me de paranoico força pois quem não fica com tanto olho a olhar para ele :p além de que para me chamar de paranoico teria de me dar uma oportunidade de lhe mostrar o que eu vejo. Uma volta por Lisboa ou qualquer cidade iria mostrar como andamos tão inconscientes que nem nos apercebemos dos pormenores seja numa animação seja na rua ou na TV.

Para quem vive em Lisboa pergunto se gosta de estar debaixo de um olho illuminati nas paragens de autocarro da Carris. Parece uma cena do livro de Aldous Huxley. Vejam quantos olhos conseguem encontrar num dia em sua cidade e em tudo, seu café, seu sumo,tv, rua etc tudo!

Assinaturas illuminati mais frequentes: olho como na CBS por exemplo, pirâmide como no logotipo do Ministério da justiça ou outros serviços do estado, pirâmide com olho como vemos em algumas igrejas ou nas tintas titã ou no concurso do Carlos Malato, quadrado ou esquadro e compasso ou quadrado dividido ao meio que é tudo o mesmo, o sol nascente como no jornal "Sol" por exemplo, o famoso 666 entre outros números considerados de poder que podemos encontrar na Disney por exemplo. E estes chegam bem para uma pesquisa frutuosa.

Com tantas crises que existem actualmente falar de mais uma nem é novidade mas parece ser aquela que que a preocupação é maior. Claro que falo da crise financeira. Já estávamos em crise faz tempo em vários aspectos e se nunca saímos dessas crises é de esperar que venham outras em consequência.

Temos a crise da educação, a crise da justiça, a crise da saúde, a crise económica, e muito importante a crise de valores. Todas estas crises, que são bem mais do que as que mencionei, estão incluídas na crise do sistema político e governativo. Temos assim uma Democracia doente e em crise desde muito tempo ou talvez desde sempre pois nossos governantes desde o 25 de Abril que vêm da maçonaria e sociedades secretas.

Se tivéssemos assistido à última reunião Bilderberg íamos saber como esta crise foi planeada e concertada entre banca e governantes ou não seriam esses alguns dos principais actores dessas reuniões. Se essas reuniões não servem para prever estas "crises" servem para as planear e concertar mundialmente. A aqui anda o povinho em crise porque sem crises não se pode avançar com a agenda mundial de globalização e cartelização económica. É ver como as fusões acontecem em tempos de crise e a compra de pequenas empresas pelos gigantes económicos.

A cada crise aumenta o poder corporativo e é isso que temos de entender!

O caso FreePort é uma fantochada pegada desde o início. Para começar é tão evidente a arquitetura illuminati que nada de bom se poderia esperar dali. O FreePort agora pertence ao grupo Carlyle um Bilderberg frequente... mas também o nosso Sócrates lá esteve para ajudar nesta crise e anda tudo entre amigos maçons e de illuminati. E depois só cá estão para ver a bola.

É tão nojento ouvir um político falar que quase conseguem alterar o meu espírito e tirar-me do sério como pretendem. Sim é isso que pretendem... Tirar-nos do sério, chocar-nos, abalar nossos valores, enfraquecer nosso espírito, para que entremos em verdadeira crise como já aconteceu em França e na Grécia onde houve motins e manifestações violentas. É isso que tentam fazer aqui também ao aumentar cada vez mais o nível de descontentamento do cidadão.

Casos como o do FreePort servem para mostrar nossa impotência e diferença. Mostram como democracia é uma fantochada, como a justiça só funciona para o pobre, como inferiores somos e como superiores são as elites. Tem quem se convença disso e até acaba defendo o lobo que o vai comer, tem quem se revolte e se manifeste dalguma forma e tem quem tenta não ser afectado ou seja manipulado, nem pelos actores da elite nem pelas massas controladas mediaticamente.

Muita coisa poderia ser dita sobre o caso FreePort mas basta a forma como foi aprovado. Houvesse essa vontade política e rapidez de acção naquilo que é para o bem do cidadão e seria compreensível. Ver um primeiro ministro dizer que foi tudo legal quando a questão é política é no minímo gozar com a inteligência do cidadão mas não são a esses que eles vão buscar os votos. Vão buscar os votos a quem conseguem manipular e enganar com esperanças vãs.

É evidente como todo o caso foi abafado pelo poder político e judicial e mais algum se esteve envolvido. A "justiça" e seus representantes fantoches como o procurador geral da república parecem marionetas tentando convencer-nos que a justiça funcionou no caso FreePort e que tudo está bem. Haver um vídeo e outras provas de possíveis subornos envolvendo o José Sócrates parece não ter importância para nossa "justiça".

Todas as semanas tem deste tipo de repastos para nos deliciarmos e partirmos nossas cabecinhas pensadoras com as injustiças do mundo. Por ser planeado e concertado é preciso cuidado de como se fala destas coisas ou entra-se no nível da manipulação. Discutir o caso FreePort é como discutir política, tem dois lados, dois oponentes, duas visões, duas ideias, ou outras duas coisas qualquer que aparentemente são contrárias e/ou antagónicas mas na verdade são controladas pela mesma força. Entrar na representação é o que a elite quer que façamos e o que eu quero é que saimos dessa peça de teatro e vejamos os bastidores e quem lá está.

Não se deixem enganar pois todo o caso FreePort está envolto em sociedades secretas e o objectivo é exactamente aquele que estamos a ver acontecer. Podemos dizer que o objectivo illuminati no caso FreePort está a ter sucesso mas tem muitos casos de sucesso illuminati em Portugal infelizmente.

Não é preciso pensar muito. Intrujão e mentiroso não tem voto meu!

DC

Polícia apreende novamente servidor do Indymedia Reino Unido UK


Fazendo menos de 4 anos da apreensão de um servidor em Bristol (UK), e 5 de um outro servidor na Inglaterra (UK), na última quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009, mais um servidor da Rede Indymedia foi apreendido pela polícia no Reino Unido. O mandado foi emitido por um juiz para a polícia de Kent e executado em Manchester. Isto está provavelmente relacionado a postagens sobre o recente julgamento da SHAC (Stop Huntingdon Animal Cruelty)


A polícia de Kent havia enviado um email ao contato do cmi-uk pela manhã solicitando que as informações pessoais sobre o juiz no julgamento do caso Stop Huntingdon Animal Cruelty (SHAC) fossem retiradas do site. No entanto, esta informação já havia sido rapidamente removida em função da política editorial do site. O email também solicitava que informações relativas a quem fez a publicação, fossem retidas. Como uma rede de notícias baseada em publicação aberta, a Rede Indymedia não retém informações de usuário/a.


O mandado, ainda não visto pelo pessoal do Indymedia, se refere, acreditamos, especificamente a este servidor em Manchester, que é um espelho do site. Portanto, só se pode concluir que o juiz não verificou a legalidade e validade do mandado para remover as informações, e que a polícia pretendia atacar a infra-estrutura da rede no Reino Unido.


Outros sites que foram afetados por essa apreensão incluem o Indymedia Londres, o servidor do projeto de documentação global do Indymedia, la Soja Mata - uma campanha contra a soja transgênica, focada nos processos na América do Sul, Transition Sheffield e uma campanha canadense contra as Olimpíadas de 2010.





Antes de mais devo dizer que o abstencionismo causa-me algumas dúvidas pois em termos políticos pouco vale. Depois das eleições os políticos podem sempre analisar como quiserem a abstenção e apontar as causas ás razões que quiserem. Enquanto que no voto branco ou nulo existe uma força maior onde se pode mostrar o descontentamento com os políticos e partidos.

Mas a Plataforma Abstencionista fala mesmo em sair do sistema e para eles votar em branco ou nulo continua a ser votar e continua a ser uma promoção do sistema actual. Não estou certo que seja assim apesar de concordar em quase tudo com eles nos vários pontos que apresentam em seu manifesto e que deixo em baixo cópia.

Eu estou contra este sistema também e contra estes políticos e esta democracia. Não voto mais em intrujões e mafiosos que usam a democracia como escudo. Não admito mais as diferenças sociais que existem nesta democracia e como tal não posso dar poder ao sistema. Falta saber qual a melhor forma. A Plataforma Abstencionista promove a abstenção e eu promovo o voto branco ou nulo. De uma forma ou de outra é um protesto e um sinal claro também de que não tenho representante político.

Os eleitores e leitores que pensem e analisem as opções que têm e analisem se querem acabar com o sistema ou ajudar a mudar o sistema. O ponto comum será sempre o mesmo, temos de tirar aquela corja de bandidos do poder!

Manifesto da Plataforma Abstencionista

Pedem-nos o voto, diremos não

O capitalismo é um sistema sem lei que alimenta e serve os interesses dos grandes grupos económicos e de todos os que lhe seguem o modelo. Um sistema norteado por valores cujos princípios básicos potenciam o crescimento da injustiça e desigualdade sociais, da alienação e expropriação dos direitos fundamentais dos indivíduos, da exclusão, da exploração desenfreada de pessoas, animais e natureza, do fomento de necessidades de consumo, hábitos e procedimentos desnecessários que causam ciclos de guerra, sofrimento e miséria.

As democracias "representativas" inculcam massivamente no imaginário dos cidadãos que os resultados dos actos eleitorais significam procuração irrevogável para o Estado agir, em seu nome, de forma omnipotente e omnipresente.

A democracia resume-se assim a isso mesmo: de tanto em tanto tempo fazer variar nos assentos do Poder aqueles que apenas estão lá não para nos representar como proclamam, mas para fazer cumprir todas as políticas decididas algures nos centros financeiros internacionais. Desta forma, a vontade dos povos e dos indivíduos não tem qualquer poder decisório. No entanto, são chamados sazonalmente ao cumprimento do seu "dever", a horas e nos lugares certos, sendo-lhes outorgado um falso carácter determinante, vendendo-se assim a ilusão de que mandar,
representa, apenas, obedecer ao sentimento maioritário.

Para a prossecução deste embuste arenga-se que as eleições projectam um sublime acto de escolha. Com maior ou menor propaganda e manipulação, com mais ou menos promessas demagógicas que não colhem apenas os incautos, o sistema capitalista desce à terra de quatro em quatro anos submetendo-se estoicamente à prova das feiras, dos comícios em terras inóspitas, dos beijos e abraços à saída das missas. Tem o seu banho democrático, diz-se orgulhoso por isso e afirma-se posteriormente encartado para decidir o que quiser decidir.

São, depois, as regras da democracia "representativa" a gerarem a rotatividade na protecção do aparelho de Estado e na defesa das políticas rigidamente definidas que, a nível super-estrutural, o capitalismo impõe para prosperar e garantir a sua ditadura.
São as terapias impostas para que o pulmão não se debilite, seja qual for o corpo (partido ou agrupamento político) que lhe dá abrigo.
O sistema capitalista tem sabido lutar bem por este seu paradigma, exigindo a quem dele vive o respeito e aceitação do Estado como entidade reguladora das relações sociais. Os jogos de alianças, a necessidade de apresentar alternativas e soluções como sinal de afirmação construtiva fizeram encostar a "extrema-esquerda" e a "esquerda" à "direita" e parte da "direita" à "esquerda" e ao "centro", juntando-se todos no Parque das Nações a comerem um caldo
de maioridade e sensatez.
Por isso, nenhuma, mas mesmo nenhuma, força partidária equaciona, hoje, a legitimidade dos cidadãos se sentirem defraudados com o que fazem do seu voto. Outra coisa, aliás, não poderia acontecer: por muito que possa doer a muita gente boa que palmilha caminhos de insubmissão, certo é que a participação nos órgãos de poder institucional significa a aceitação cordata das suas regras de funcionamento e a reverencial simpatia pelo Estado e pelo sistema que o mantém.

Há que assumir sem rodeios que nas sociedades modernas a exploração violenta, desumana, arcaica e irracional que o sistema capitalista exerce legalmente vem resultando da "carta branca" fornecida pelos plebiscitos eleitorais.

Percebendo a importância que as eleições dão ao sistema capitalista, ao longo das últimas três décadas, várias foram as mobilizações em torno da defesa política da abstenção. Não havendo campanhas públicas sistematizadas nem qualquer sector a emergir colectivamente, o poder foi-se aproveitando disso para atribuir os resultados incomodativos à "preguiça", ao "tempo de praia", à "chuva diluviana", à "abstenção técnica", à não "limpeza dos cadernos eleitorais", à "mobilidade dos cidadãos". Como se "ir à praia" em dia de eleições não devesse ser
enquadrado numa atitude política assumida, denunciadora da rejeição do circo da sociedade do espectáculo; como se o "direito ao não voto" fosse menos legítimo que o "direito ao voto".

Reduzir a participação eleitoral aos que alimentam e se alimentam do sistema, transformá-los em criadores, actores e espectadores da sua própria encenação poderá ser uma interessante tarefa revolucionária geradora de ataques localizados aos órgãos vitais desta sociedade dominante. Nesta lógica de combate deverá ser claro que uma plataforma de entendimento e acção em defesa da abstenção, que se almeja poder funcionar sem qualquer mecanismo reprodutor dos poderes conhecidos, nunca deverá ser entendida como um fim em si mas antes como um meio para reforçar o ataque sistémico ao capitalismo.

Ao longo da história a sociedade humana foi sendo encaminhada para sistemas de funcionamento autocrático e dirigista ao arrepio das normas de relação fraternas, solidárias e horizontais. A introdução das regras mercantilistas, do desempenho individual, da competição e do orgulho na propriedade privada adulteraram a lógica comunal, transformando o ser humano num produto que deve mais do que tem a haver!
A desumanização das sociedades dos novos tempos transformou as pessoas em números prontos para o massacre.

Isto não é inevitável!

Sabemos de múltiplas lutas de resistência que foram capazes de mostrar que outro mundo é
sempre possível ainda que o devir nos tenha acrescentado frustrações. Todos esses processos históricos encontram-se catalogados nos protótipos da utopia, tendo, alguns deles, sido concretizados. Este parece ser o grande combate de quem enjeita o poder institucional e não quer agir sozinho. A luta pela felicidade e pelo mundo harmonioso também passa por aqui
sem aqui se esgotar!

Liberdade não é poder escolher os tiranos, mas sim não querer nenhum.

Todas as rebeliões começam por uma recusa.
Para justificar a tirania, virão pedir-nos o nosso voto.

OLHOS NOS OLHOS, DIR-LHES-EMOS QUE NÃO.

Aconteceu
e acontece agora como dantes
e continuará a acontecer
se não acontecer nada contra isso

Os inocentes não sabem
de nada
porque são demasiadamente inocentes
e os culpados não sabem
de nada
porque são demasiado culpados

Os pobres não dão por isso
porque são demasiado pobres
e os ricos não dão por isso
porque são demasiado ricos

Os estúpidos encolhem os ombros
porque são demasiado estúpidos
e os espertos encolhem os ombros
porque são demasiado espertos

Aos jovens isso não preocupa
porque são demasiado jovens
e aos velhos isso não preocupa
porque são demasiado velhos

Eis porque não acontece nada contra isso
e eis porque razão aconteceu
e acontece como dantes
e continuará sempre a acontecer

Erich Fried, Quem Manda Aqui?

PLATAFORMA ABSTENCIONISTA
PlataformaAbstencionista@pegada.net
Dezembro de 2008

Diz assim o título desta notícia que claro me chamou a atenção:

"Um chip para substituir o Viagra?
Cientista prevê que, em dez anos, médicos poderão implantar chips no cérebro de pacientes incapazes de sentir prazer com sexo ou comida"

O que me preocupa mais é mesmo:
"Quando a tecnologia for melhorada, poderemos usar a estimulação cerebral profunda em novas áreas do cérebro. Ela será mais sutil, poderemos ter mais controle sobre sua intensidade e ser capazes de ligar e desligar o chip quando necessário", afirma Aziz.

A tecnologia em relação ao micro chip avança como seria de esperar com os investimentos feitos nessa investigação e também porque sabemos ser um dos objectivos da elite mundial, chipar todo mundo como gado.
Claro que irá começar como temos visto nestas notícias, com muito boas intenções mas o resultado será mesmo animalizar o ser humano e controlá-lo definitivamente. Será sempre para proteger e salvar vidas primeiro e só depois de estarmos habituados aos micro-chips então será nossa vez de sermos chipados.
Primeiro os carros, os criminosos, os doentes, os cães... e depois... nós, pelo menos do ponto de vista deles pois não pretendo deixar-me chipar.

Prezo minha liberdade e já vejo "olhos" suficientes por todo lado e câmeras e pirâmides... para querer mais controle sobre mim ou protecção fascista.

Não vejo grandes diferenças no panorama político de Portugal para 2009, apenas mais do mesmo. Os mesmos actores em palcos criados conforme a necessidade da elite mundial. Ou seja guerras, doenças, catástrofes, miséria e outras coisas do género que permitem controlar a população e iludi-la constantemente.

Mas todos temos nossas vidas para tratar e nossas famílias para sustentar e nossos trabalhos para manter etc etc. Não pesa muito em nossa consciência saber que morrem milhões com a cumplicidade de nosso governo, aquele em quem votámos e vamos votar de novo inconscientemente e criminosamente pois temos nossas vidas para tratar.

Não importa que nos roubem milhões consecutivamente, todos anos, em todos governos... sem nunca ninguém ir preso. Temos nossas vidas para tratar e só quando paramos lá dentro por roubar 100 euros começamos a pensar a injustiça que é. Porque cá fora passa rápido a indignação com a notícia das 8 e de manhã já o "ter que tratar da vida" se tornou uma prioridade e a inconsciência reforça-se a cada dia.

Não importa que se violem criancinhas e se veja a "justiça" e aparelho partidários envolverem-se no escândalo de forma grotesca. Casa Pia é apenas mais um caso onde ficou evidente a influência dos poderosos seja na justiça seja onde for. Se assim não fosse tinhamos presos e não temos, temos toxicodependentes principalmente que dependem de traficantes nunca vistos na prisão também, não os do topo.

Não importa que nossos governos façam e desfaçam contra a vontade do povo e siga orientações contrárias a qualquer indivíduo e sociedade democrática pacífica ou com intenções de o ser. Guantanamo é mais um caso em que ninguém sabe de nada e é uma vergonha para Portugal.

Eu teria vergonha de mim mesmo se votasse novamente em um candidato dos partidos políticos mais conhecidos. São aberrações e atentados á inteligência humana. Votar novamente em Sócrates ou outro político de topo é completamente ilógico, ridículo e auto destrutivo!

Um voto nulo é o que vão ter de mim com uma mensagem bem explícita de que nem todos são iludidos pelas mentiras de todos os dias.

Se continuamos a caminhar pela mesma estrada podem ter certeza que no fim dela tem apenas uma coisa, corporativismo fascista.